É cobrada taxa de carregamento no Santander Previdência? Tire suas dúvidas

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taxa de carregamento no Santander Previdência

Está em dúvida sobre a taxa de carregamento do Santander Previdência? De fato, é importante ficar atento a essa cobrança, pois ela tem impacto direto na rentabilidade do investimento.

A taxa é cobrada sempre que o investidor realiza uma movimentação financeira, aportando ou resgatando valores do plano. A boa notícia é que você pode ficar livre desse pagamento, dependendo da instituição financeira.

Então, vamos ao ponto principal: como funciona a taxa de carregamento do Santander Previdência? Confira, neste guia, quais são as taxas incluídas no plano oferecido pelo banco para planejar o seu investimento com segurança.

Existe taxa de carregamento nos fundos de previdência do Santander?

Não. O Santander Previdência não cobra taxa de carregamento de entrada ou saída para investimentos nos fundos de previdência privada. Essa isenção significa, na prática, que o investidor não paga nenhum percentual ao fazer aportes ou resgates no plano.

A taxa de carregamento é aquela cobrada nos planos de previdência privada para arcar com despesas administrativas das instituições financeiras. Trata-se de um percentual incidente sobre o valor do investimento, sendo, portanto, proporcional a ele.

Como funcionam as taxas de carregamento nos fundos de previdência?

As taxas de carregamento são percentuais cobrados pelas instituições financeiras que oferecem planos de previdência. Essa cobrança, conforme vimos, se destina ao pagamento de despesas administrativas.

Mas não é uma cobrança mensal ou anual. A taxa de carregamento incide somente quando o investidor faz um aporte ou um resgate no plano de previdência. Ou seja, quando realiza uma movimentação financeira. Também pode ser cobrada na portabilidade, quando o cliente muda de instituição financeira.

Na prática, as taxas de carregamento funcionam de três formas:

  • Taxa de carregamento de entrada: é cobrada no momento da aplicação, a partir de um percentual sobre o valor inicial;
  • Taxa de carregamento de saída: é cobrada no resgate, quando o dinheiro é retirado do fundo. A taxa também é um percentual sobre o valor inicial;
  • Taxa de carregamento híbrida: é uma cobrança dupla, realizada tanto na entrada quanto na saída do investimento.

A forma de cobrança da taxa de carregamento varia de acordo com o banco ou com a corretora de crédito que oferece o plano de previdência. Além disso, o percentual também é previamente definido pela instituição e está previsto no contrato.

Dessa forma, na previdência privada, a taxa de carregamento é uma cobrança que impacta na rentabilidade da aplicação. Como se trata de um percentual, o valor da taxa cresce conforme o dinheiro investido. Então, quanto mais você investe, maior é o percentual que fica para o banco.

Por isso, antes de contratar um plano de previdência, é essencial analisar o contrato para saber se, de fato, existe a cobrança dessa taxa  — e, se tiver, quanto ela representa para o investimento.

Taxas e tributação dos fundos Santander Previdência

Conforme vimos, a taxa de carregamento não é cobrada nos fundos do Santander Previdência. Então, o investidor fica livre desse pagamento. Mas isso não significa que outras taxas não estejam incluídas no plano. Confira abaixo os custos envolvidos:

Taxa de administração

Nos fundos do Santander Previdência, é cobrada taxa de administraçãoreferente aos custos do trabalho do gestor, que aloca os recursos e gerencia os ativos na prática.

O Santander cobra uma taxa de administração de 1% nos planos de previdência, nas modalidades PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e VGBL  (Vida Gerador de Benefício Livre), exclusivamente vinculados a fundos de renda fixa. Trata-se de um percentual anual que o investidor paga pelo serviço.

Da mesma forma que ocorre com a taxa de carregamento, a taxa de administração, por ser uma cobrança em percentual, é proporcional ao valor aplicado nos fundos.

Imposto de Renda

Além disso, vale mencionar que, ao investir em previdência, você terá que pagar Imposto de Renda. Essa tributação não é uma cobrança específica do Santander, mas também pesa na rentabilidade das aplicações.

A alíquota varia conforme o regime de tributação. No regressivo, parte de 35% e chega a 10%, diminuindo de acordo com o tempo de aplicação. No progressivo, há incidência de uma alíquota que varia de acordo com a renda, entre 0 e 27,5% sobre o valor recebido no momento do resgate.

Considere também o plano. No PGBL , é possível restituir até 12% da renda bruta na declaração de IR, mas o imposto incide sobre o valor total da aplicação. O VGBL não permite dedução, mas nele o imposto incide apenas sobre os rendimentos.

Com todos esses fatores em mente, é possível planejar o seu investimento de maneira a garantir a maior rentabilidade possível.

Além disso, antes de contratar um plano, é interessante comparar as condições de diferentes instituições financeiras para encontrar as menores taxas. Se as dicas deste artigo foram úteis para você, compartilhe e continue acompanhando os conteúdos do blog Sua Previdênci

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