Qual é o melhor caminho para quitar dívidas e organizar as contas?

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Saber o momento certo de quitar dívidas é uma questão muito presente na vida dos brasileiros e que faz toda a diferença tanto no presente quanto no futuro das finanças familiares e empresariais.

O melhor jeito de sair desse tipo de pendência financeira caminha sempre em paralelo a conceitos como organização, paciência e disciplina.

Por isso, reunimos aqui as formas mais eficientes de quitar dívidas, e, em alguns casos, os resultados desses esforços poderão ser notados já em alguns meses – ou seja, não serão em um prazo muito longo.

Acompanhe as sugestões e, é claro, empenhe-se para ter uma organização financeira em todos os segmentos da sua vida – aliás, aqui neste artigo estão reunidas outras dicas para mudar a forma como você lida com o dinheiro.

Qual é a vantagem de quitar dívidas?

Para muitos, a proposta de quitar dívidas é facilmente relacionada a um ponto primordial na ordem de metas que regem o cotidiano de finanças de uma família.

Reduzir os valores devidos, em linhas gerais, pode significar uma redução no estresse financeiro causado por esses compromissos.

Com um valor menor a ser pago, quitar dívidas pode ser a chance que seu planejamento familiar precisava para colocar em prática uma reserva de emergência – recurso de suporte importante que, para muitas famílias, é inexistente.

No entanto, essa prática de organização financeira deve ser avaliada de forma crítica. Com as necessidades e possibilidades de investimento existentes na atualidade, chega o momento em que todo movimento em suas finanças deve ser avaliado.

É importante entender que existem o bom e o mau endividamento. Quitar dívidas será uma atitude positiva para suas finanças quando elas estiverem, de fato, atrapalhando o bom andamento das outras contas.

Quando a dívida é feita de modo inteligente, contratada sob juros pouco agressivos e operando em paralelo a investimentos com boa rentabilidade, quitar esses valores nem sempre precisa ser o item número um de sua lista de afazeres.

Em resumo: tudo vai depender da situação e do perfil financeiro do endividado.

Como se organizar até mesmo com renda baixa?

Existem algumas medidas básicas que podem ser aplicadas com facilidade e rapidez por pessoas interessadas em quitar dívidas.

O primeiro passo é ter uma noção global dos valores devidos em todas as suas possibilidades – contas em aberto, em atraso, juros e multas. Diante desse valor total, será mais fácil trabalhar com uma solução de maneira mais eficiente.

Com um número real a ser resolvido, é hora de estipular metas.

Certamente, não é fácil quitar dívidas do dia para a noite. Geralmente, esses números chegaram a esses patamares por estarem divididos com outros problemas de organização financeira, além de outros casos específicos, como crise econômica, perda de emprego, atraso na entrada de pagamentos etc.

É fundamental, também, utilizar todos os recursos disponíveis para tentar sanar o problema, individualmente, caso a caso. Tente reconhecer qual é a instituição vinculada a cada dívida e avalie a possibilidade de renegociar esses valores.

Principalmente nas que envolvem as instituições bancárias, é muito comum que os bancos ofereçam programas de regularização da situação junto aos devedores.

É importante que, nesse período, não sejam feitas novas dívidas. Por isso, organização e planejamento são necessários para evitar novos gastos que possam comprometer ainda mais a situação.

Dicas práticas para pagar as contas em atraso

As etapas anteriores que já foram abordadas neste artigo sobre quitar dívidas têm por objetivo central o conhecimento dos valores devidos em detalhes.

Diante dessas informações que estruturam esses compromissos, é possível tomar atitudes concretas para saná-los da melhor forma possível.

Uma delas é a avaliação item a item das contas em atraso para saber qual pagar primeiro. Quando se está determinado a quitar dívidas, é preciso agir com inteligência para que esse processo seja feito da maneira mais rápida e vantajosa.

Não se esqueça de que, quando os rendimentos estão direcionados a esses débitos, outros segmentos da sua vida financeira deixam de receber essas quantias – é o caso, por exemplo, das economias de reserva e possíveis investimentos.

Sendo assim, uma orientação eficiente é a de pagar primeiramente as dívidas com maior incidência de juros. Esse tipo de valor, a cada mês que passa, torna o problema maior e mais difícil de ser resolvido.

Essa mesma dinâmica deve ser utilizada, por exemplo, para sair de um problema muito comum na vida dos brasileiros, que são as dívidas do cartão de crédito.

Apesar de ser um importante recurso para o controle financeiro pessoal, o cartão de crédito também pode ser um vilão, se mal utilizado.

Os juros de cartões de crédito estão entre os mais altos do país, segundo o Banco Central. Por isso, é importante utilizar com muito planejamento e, no caso de passar dos limites e perder o controle, organizar sua vida para poder quitar as dívidas.

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