Quem pode contratar previdência privada?

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Quem pode contratar previdência privada?

09/04/2020 | Previdência | Nenhum comentário

A maioria das pessoas acredita que a previdência privada é um investimento para se contratar entre os 30, 40, no máximo 50 anos. A crença é de que essa aplicação só pode ser utilizada como um complemento ou renda total da aposentadoria. Isso, no entanto, não é verdade. A previdência privada pode ser contratada por pessoas de qualquer idade, inclusive crianças e idosos. Quer saber por quê? A gente explica ao longo deste artigo.

Saiba quem pode contratar previdência privada

A previdência privada nada mais é que um investimento de longo prazo, o que significa mais de dez anos de aplicação. As pessoas geralmente contratam um plano e realizam aportes fixos mensais, a fim de obter uma determinada renda ao fim, para retirar em sua totalidade ou para receber mensalmente, como uma renda extra.

Então, quem pode contratar previdência privada? Basicamente, qualquer pessoa. Pais contratam um plano para as crianças (em nome delas mesmas ou em nome deles) para financiar os estudos mais tarde, ou ajudar a iniciar a vida adulta em qualquer outro quesito, por exemplo. Já idosos, o que significa pessoas acima de 60 anos, podem contratar para eles mesmos retirarem os rendimentos após 10, 20 anos (o aumento da expectativa de vida é inegável) ou para deixar como herança para seus entes queridos – inclusive, nesse caso, não incide a taxa sobre herança.

Assim, não há idade para contratar uma previdência privada. Ela pode ser útil em qualquer altura da vida.

4 cuidados na hora de contratar uma previdência privada

Agora que você já sabe quem pode contratar previdência privada, saiba alguns cuidados na hora de adquirir o seu plano:

1.    Escolher a modalidade ideal para você

Existem duas modalidades de planos de previdência privada: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

O PGBL é indicado a quem utiliza a declaração completa do Imposto de Renda e  realiza contribuições para a Previdência Social, o INSS. Por esse plano, o investidor precisa contribuir para o plano com até 12% da renda anual tributável para conseguir a dedução anual do IR. No resgate, o imposto incidirá sobre o montante total, e não apenas sobre os rendimentos.

Já o VGBL é indicado para pessoas isentas ou que utilizam a declaração simplificada do IR, contribuem ou não para o INSS ou pretendem contribuir com mais de 12% da renda anual em previdência privada. No VGBL, os valores depositados não são deduzidos da base de cálculo do IR, mas o montante a ser pago na hora de retirar o investimento incide apenas sobre os rendimentos.

2.    Conferir as taxas de cada instituição

Existem basicamente duas taxas que incidem sobre os planos de previdência: a taxa de carregamento e a taxa administrativa.

A taxa de carregamento incide sobre os aportes realizados ao investimento, e pode ocorrer de três formas: no momento de cada aporte, somente em caso de portabilidade ou resgates ou em ambos os momentos. Essa taxa, em muitos casos, podem ser decrescentes, dependendo do número de aportes e do prazo do plano, chegando muitas vezes a zero. Assim, informe-se bem sobre essa taxa na hora de definir o melhor plano de previdência privada, e escolha de acordo com a sua previsão de número de aportes e retiradas.

Já a taxa administrativa é cobrada pelo trabalho de gerir os seus recursos. Geralmente, quanto mais complexo é esse trabalho, maior a taxa cobrada, e, assim, fundos previdenciários que somente possuam ativos de renda fixa terão taxas menores de fundos de ações, por exemplo. Nesse caso, é preciso pensar menos no valor da taxa e mais no seu perfil de investimento para escolher a melhor previdência privada.

3.    Equilibrar os rendimentos de acordo com seu objetivo

A previdência privada nada mais é que um fundo de investimento pelo qual você garante rendimentos no longo prazo. Existem fundos mais ousados e fundos mais conservadores. Os mais ousados, por exemplo, são formados por ações, e os mais conservadores, exclusivamente por ativos de renda fixa.

Como a previdência privada é uma forma de se garantir no futuro, idealmente esses fundos precisam ser de conservadores a moderados, e isso significa uma carteira que pode ser composta de ativos tanto de renda fixa, como CDB, tesouro direto e LCI, como de renda variada, como ações.

Para escolher a melhor previdência privada, acesse o histórico de rendimento dos fundos mais atrativos para você e faça um comparativo antes de optar por um ou outro.

4.    Escolher uma boa instituição financeira

A previdência privada pode ser disponibilizada por bancos ou corretoras. Converse com quem já investe em uma instituição, procure informações disponíveis na internet e escolha um estabelecimento de confiança. Afinal, é essa instituição que irá gerenciar seu futuro.

Dúvidas sobre previdência? Acesse www.suaprevidencia.com.br e fique bem informado!

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