Saiba por que contratar previdência privada

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Plano de Previdência Privada

Você provavelmente já ouviu falar em previdência privada, já pensou em adquirir um plano, mas nunca pesquisou mais a fundo sobre o assunto. Pois a hora é agora. Vamos te contar tudo sobre os benefícios e por que contratar previdência privada, para que você finalmente garanta o seu futuro. Acompanhe!

Por que contratar previdência privada

Para alcançar um objetivo maior

A previdência privada é um investimento de longo prazo, não importa o seu objetivo principal. Seja ele garantir o futuro de seus filhos, fazer uma grande viagem, adquirir um imóvel, complementar sua renda após a aposentadoria ou mesmo deixar uma herança para seus entes queridos. O importante é ter em mente um propósito e saber que seu dinheiro irá render por muitos anos.

Para ser disciplinado financeiramente

Alguns planos de previdência privada tornam o aporte mensal obrigatório. Ou seja, você precisa depositar uma quantia mensalmente. Isso faz com que você se obrigue a economizar uma certa quantidade de dinheiro todos os meses em prol de um objetivo maior.

Para conseguir um melhor rendimento

Os planos de previdência privada são compostos por fundos de investimentos em diversas modalidades. Esses fundos podem ser gerenciados por bancos ou corretoras, que, se bem escolhidos, irão movimentar os ativos da melhor forma possível, para obter os melhores rendimentos. Para investidores com pouca experiência, esse é um grande atrativo da previdência privada.

4 cuidados na hora de contratar uma previdência privada

Agora que você já sabe por que contratar previdência privada, saiba alguns cuidados na hora de adquirir o seu plano:

1.    Escolher a modalidade ideal para você

Existem duas modalidades de planos de previdência privada: o PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre).

O PGBL é indicado a quem utiliza a declaração completa do Imposto de Renda e  realiza contribuições para a Previdência Social, o INSS. Por esse plano, o investidor precisa contribuir para o plano com até 12% da renda anual tributável para conseguir a dedução anual do IR. No resgate, o imposto incidirá sobre o montante total, e não apenas sobre os rendimentos.

Já o VGBL é indicado para pessoas isentas ou que utilizam a declaração simplificada do IR, contribuem ou não para o INSS ou pretendem contribuir com mais de 12% da renda anual em previdência privada. No VGBL, os valores depositados não são deduzidos da base de cálculo do IR, mas o montante a ser pago na hora de retirar o investimento incide apenas sobre os rendimentos.

2.    Conferir as taxas de cada instituição

Existem basicamente duas taxas que incidem sobre os planos de previdência: a taxa de carregamento e a taxa administrativa.

A taxa de carregamento incide sobre os aportes realizados ao investimento, e pode ocorrer de três formas: no momento de cada aporte, somente em caso de portabilidade ou resgates ou em ambos os momentos. Essa taxa, em muitos casos, podem ser decrescentes, dependendo do número de aportes e do prazo do plano, chegando muitas vezes a zero. Assim, informe-se bem sobre essa taxa na hora de definir o melhor plano de previdência privada, e escolha de acordo com a sua previsão de número de aportes e retiradas.

Já a taxa administrativa é cobrada pelo trabalho de gerir os seus recursos. Geralmente, quanto mais complexo é esse trabalho, maior a taxa cobrada, e, assim, fundos previdenciários que somente possuam ativos de renda fixa terão taxas menores de fundos de ações, por exemplo. Nesse caso, é preciso pensar menos no valor da taxa e mais no seu perfil de investimento para escolher a melhor previdência privada.

3.    Equilibrar os rendimentos de acordo com seu objetivo

A previdência privada nada mais é que um fundo de investimento pelo qual você garante rendimentos no longo prazo. Existem fundos mais ousados e fundos mais conservadores. Os mais ousados, por exemplo, são formados por ações, e os mais conservadores, exclusivamente por ativos de renda fixa.

Como a previdência privada é uma forma de se garantir no futuro, idealmente esses fundos precisam ser de conservadores a moderados, e isso significa uma carteira que pode ser composta de ativos tanto de renda fixa, como CDB, tesouro direto e LCI, como de renda variada, como ações.

Para escolher a melhor previdência privada, acesse o histórico de rendimento dos fundos mais atrativos para você e faça um comparativo antes de optar por um ou outro.

4.    Escolher uma boa instituição financeira

A previdência privada pode ser disponibilizada por bancos ou corretoras. Converse com quem já investe em uma instituição, procure informações disponíveis na internet e escolha um estabelecimento de confiança. Afinal, é essa instituição que irá gerenciar seu futuro.

Dúvidas sobre previdência? Acesse www.suaprevidencia.com.br e fique bem informado!

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