Por que contratar previdência corporativa é uma boa ideia?

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Quem souber desde já como e porque contratar previdência corporativa, certamente, colherá bons frutos no futuro. Afinal, a previdência pública está em um processo de reforma profunda, no qual os valores pagos pelas aposentadorias tendem a ser cada vez mais reduzidos.

Diante da possibilidade de ter os rendimentos diminuídos no momento da vida em que mais se precisa, não há alternativa: é preciso investir e assumir o controle do próprio futuro. 

A única maneira de se fazer isso é aderir a um plano de previdência complementar, um produto financeiro que mescla características de investimento e seguro de vida.

Vantagens não faltam para justificar a adesão a um plano, dadas as circunstâncias e os benefícios envolvidos. Avance na leitura, descubra quais são elas e porque pensar desde já em fazer esse investimento. 

Por que contratar previdência corporativa vale a pena?

Todo brasileiro tem garantido pela Constituição Federal o direito à aposentadoria. Acontece que o sistema público está enfrentando dificuldades crescentes em função do já comprovado envelhecimento da população

Afinal, o nosso sistema se baseia na mutualidade, princípio no qual o trabalhador de hoje terá sua aposentadoria bancada pelo de amanhã. Mas o que acontece se uma parcela muito grande da população for composta por aposentados? Quem banca a conta?

Nesse caso, não se pode mais contar com o governo para ter uma aposentadoria digna ou, pelo menos, que garanta o padrão de vida da ativa. Isso vale até para certos servidores públicos, já que os proventos garantidos pelo INSS são limitados a um teto.

Por todo esse contexto, é preciso se antecipar e pensar o quanto antes em investir em um plano de previdência corporativa, ou seja, administrado por uma empresa particular.

Quer saber por que contratar previdência corporativa vale a pena? Conheça as vantagens que você tem quando toma essa decisão.

1. É seguro

As Entidades Abertas de Previdência Complementar (EAPCs) são regulamentadas pela Superintendência de Seguros Privados (SUSEP). Significa que esse é um setor fortemente controlado, no qual só podem operar empresas credenciadas e que atendam às exigências estipuladas pela sua autarquia máxima.

As regras se aplicam em todas as fases de um plano de previdência, da contratação, passando pela acumulação até a fase do usufruto. Sendo assim, ninguém fica desprotegido pela lei quando o assunto é plano de previdência privada.

2. Rendimentos atrativos

A previdência privada é, sobretudo, um ativo financeiro. Significa que quanto mais recursos são acumulados, maior o rendimento.

Esse rendimento, por sua vez, é calculado pela taxa DI que, dependendo do caso, pode apresentar rentabilidades atrativas, embora isso varie de uma operadora para outra.

Outro fator que leva a previdência corporativa a ser rentável é que ela não é taxada pelo “come-cotas”, espécie de “pré-imposto” cobrado a cada seis meses em aplicações.

3. Pode abater do IR

Para quem faz a declaração completa do imposto de renda, planos do tipo PGBL permitem abater até 12% do valor tributável. Por exemplo: você apurou que precisará pagar imposto sobre R$ 5 mil e que, ao longo do ano, você contribuiu com R$ 1,5 mil para a previdência.

Isso significa que você poderá abater R$ 600, reduzindo assim a quantia tributável, que agora passa a ser de R$ 4,4 mil.

4. Permite inclusão de dependentes

Em planos de previdência fechada instituídos, é possível, desde 2018, incluir dependentes como beneficiários. Dessa forma, em caso de falecimento e se o titular não tiver um seguro, poderá repassar o plano para esposa, marido, filhos ou qualquer outra pessoa que queira nomear.

5. Ajuda na aposentadoria

É bastante difícil manter o padrão de vida apenas com a aposentadoria paga pelo INSS, concorda? Nesse sentido, ter um plano de previdência privada garante que o titular terá direito a uma renda extra, caso opte pelo resgate parcelado.

Também pode, se preferir, resgatar todo o saldo acumulado de uma vez. Nesse caso, é preciso ficar atento, já que, em planos PGBL, o imposto é cobrado sobre o total. Já nos planos VGBL, o Leão só “morde” a parte dos rendimentos.

O que considerar ao escolher um plano de previdência

Normalmente, o objetivo em contratar um plano de previdência é garantir uma renda no futuro. No entanto, você pode acumular recursos para finalidades como:

  • Deixar de herança (inclusive com isenção do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação)
  • Comprar um imóvel
  • Mudar de cidade ou país
  • Aumentar o patrimônio da família.

Com o objetivo claro, decida depois de fazer uma cotação ampla, considerando as taxas de administração e de carregamento de cada empresa.

Não deixe também de conferir as respectivas rentabilidades, já que planos de previdência são pós-fixados, ou seja, seus rendimentos variam de um mês para o outro.

Como fazer um plano de previdência corporativa

Escolhida a instituição financeira ou seguradora, basta acessar o site da empresa e fazer uma solicitação. Em seguida, um agente da empresa entrará em contato para pedir os documentos e dar andamento ao processo de adesão. 

Não deixe ainda de ler o contrato de adesão e suas cláusulas, especialmente as de resgate.

Agora que você sabe como e porque contratar previdência corporativa, resta apenas uma dica: continuar bem informado, já que boas oportunidades de investimento surgem o tempo todo.

Para isso, conte com o blog Sua Previdência Privada, seu parceiro na hora de indicar as alternativas mais rentáveis para o seu futuro. Avaliamos os diferentes planos do mercado e destacamos os melhores. Quer saber mais? Acesse nosso blog e, se desejar, entre em contato com a nossa equipe!

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